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Corvo No silêncio da noite, no escuro. Só ele na rua, só ele brilha naquela escuridão. Pessoas de preto se aproximam. Uma sensação de medo e arrepio. Rostos brancos, lábios pretos. Ele continua brilhando, só ele. O brilho dele impressiona a todos e ele torna vivo o morto da escuridão. Eles passam assustados. Atravessam, silenciosamente, o cemitério . Só ele consegue tornar vivo o sentimento morto deles. O medo é o sentimento que os torna fracos. É o sentimento que eles não gostam de sentir. Mas ele é o único, ele é o dono da noite. Ele fica no alto. Em cima do telhado de sua casa. Uma casa sombria com sangue derramado no chão e lágrimas presas num mundo escuro e sombrio. Um mundo triste. Mas ele continua sendo o mais poderoso da noite. Pois ele sabe controlar os seus sentimentos. Ele é o Corvo...
(Autoria desconhecida.Poema enviado por uma ex-amiga,
ela disse que eu era o corvo neste poema,mas não sei se este poema e dela)
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Haoh
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Minha criação,inspirada no meu blog e para num ficar vazio de palavras vai mais uma música para vocês.
Sonata Arctica - The Power Of One (tradução) A terra do meu pai A língua da minha mãe Desviando-me do caminho Por muitos anos eu fui enganado O ódio é o caminho para mim
Pai, eu matei muitos anjos, eu acho Agora andarei para omar Espero que algum dia eu me perdoe Por favor, atraque meu barco vazio num píer
Eu posso culpar pelo sangue azul que corre nas minhas veias Mas eu pareço esquecer que somos todos iguais
Na sua própria chama de ódio você gera o medo em muitas vidas Você agiu pensando que estava tudo dito nos sinais Você não pode curar o sentimento que queima dentro de sua espinha Você agora entra em colapso, desmaia revelando as marcas desprezíveis da vida
Mãe, eu vi muita coisa, eu odeio viver minha vida Esqueci cada palavra que você me disse, criança teimosa (anjo da sua vida) Eu tenho que achar meu Éden agora, os portões que deixei pra trás Mas a dor continuará Nenhum poder para ganhar
Agora eu tenho tempo para ponderar, auto-conhecimento, crime terrível Eu vi as cores muito brilhantes, sem saber que eu estava cego Eu matei um homem que se arriscou e bebeu o vinho proibido O mapa que eu desenhei revela que eu fui completo, máquina, em equipe
Pai, eu vi muita coisa, eu odeio viver minha vida Esqueci cada palavra que você me disse, criança teimosa (anjo da sua vida) Eu tenho que achar meu Éden agora, os portões que deixei pra trás Mas a dor continuará Nenhum poder para ganhar
Mãe, onde está seu filho Quando isso começou? Quem tem sido o tolo?
Ninguém nasceu para ser um servo ou escravo Quem pode me dizer a cor da chuva? No mundo em que vivemos, as coisas ditas e feitas Podem muito bem ultrapassar O poder de um
Ninguém nasceu para ser um servo ou escravo Você pode me dizer a cor da chuva? No mundo em que vivemos, as coisas ditas e feitas Podem muito bem ultrapassar O poder de um
Viver e deixar morrer Dar esperança e tirar a vida É pra isso que você está aqui?
Pensar que você está certo Ter certeza que não vai voar Está fazendo um crime de ódio
Nas lares dos bravos Nos lares das terras escravizadas Somos todos iguais
Eu preciso acreditar Há mais do que os olhos podem ver Todas as cores do arco-íris
Ninguém nasceu pra ser um escravo procure no passado e coloque a culpa Me diga a cor da chuva Ninguém nasceu pra ser um mestre
Na terra que vivemos, nós morremos Louve a unidade, louve a mentira Para prender o mentiroso com uma rede Nós precisaremos de um verdadeiro "Fazedor de chuva"
"Filho de Abel, filho de Cain Podem viver em harmonia, sem a vergonha As chaves que eu lhes dei, a Terra Sagrada São areia seca do deserto na palma de suas mãos Sem a água, a sabedoria do passado Escorrerá pelos seus dedos, esquecida tão rápido Assim, quando os deixo, eu sou realmente cego Essa cegueira, essa benção, a esperança da humanidade"
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